Relato dos eventos do dia 02/05/15
A caverna de Vitor Meireles não possui um nome especifico sendo nomeada somente como “caverna” (até nas placas ela é chamada assim). Sua área chega a 640 m² com formação de estalactites (formações que crescem a partir do teto e que vão em direção ao chão) e estalagmites (formações que crescem a partir do chão e que vão em direção ao teto).
Saindo do centro de Vitor Meireles sentido Serra da Abelha pela Estrada Geral da Abelha são 25 Kms até o sítio (Sítio Família Machado) que dá acessoa trilha. Durante o percurso tenho lembrança de somente 2 placas indicando a direção.
Na entrada do sítio existe uma placa indicando a existência da caverna, nela há um alerta que o acesso a caverna deve ser feito somente com o acompanhamento de um guia, porém ao conversarmos com a moradora, que por sinal nos recebeu muito bem, ficamos sabendo que essa regra não é seguida. Após alguns minutos de conversa de como era a o acesso ela nos levou até o inicio da trilha.
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| Placa vista da estrada, pouco antes do sítio. |
Após iniciar a trilha caminhamos cerca de 20 minutos, bem ritmados em um caminho em meio a mata fechada porém a trilha estava bem cuidada e limpa, depois de uns 10 minutos de caminhada começamos a descer um vale de bem íngreme, a passagem estava bem cuidada e possuía degraus de madeira nos pontos mais difíceis, tornando a passagem rápida e sem muitas dificuldades.
A primeira visão que tivemos ao chegar foi da cachoeira que corre sobre a caverna, como estávamos em uma época de pouca chuva ela se resumia a poucos fios de água. Ao entrar na caverna o que chama a atenção é a grande quantidade de estalactites e estalagmites, que em alguns casos se unem formando colunas.
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| Término da trilha e entrada da caverna. |
Com apenas um salão a caverna possui boa iluminação, sendo necessário o uso de lanterna somente em alguns pontos, porém como existem alguns morcegos vivendo por lá é bom não incomodar o sono desses mamíferos voadores. O chão é quase completamente coberto por musgos e lama, entretanto o deslocamento não é prejudicado, exigindo somente atenção pois fica bastante liso.
A volta foi tranquila, demoramos um pouco mais pois agora tínhamos que superar as subidas. Durante boa parte da trilha foi possível observar alguns cedros com grandes diâmetros, indicando que a mata está ali a um bom tempo. É necessário levar água, principalmente para a volta, pois não existem pontos de capitação no caminho.
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| Colunas, formadas pela união de estalactites e estalagmites. |
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| Visão de dentro da caverna |
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| Estalactites em formação. |
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Estalactite (visão de dentro da caverna)
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